
Um dia, eu provei uma manjar dos deuses. Bastou uma única garfada para eu nunca mais conseguir esquecer o maravilhoso sabor daquela torta de banana.
Inesquecível para mim a textura daquele chantilly com canela por cima do suave e geladinho doce de banana que cobria uma molhadinha e leve camada de pão de ló.
No entanto, apesar de saber até o nome da confeitaria que produzia aquela maravilha, nunca, NUNCA mais consegui encontrá-la... Nunca mais provei sabor igual àquele...
Isso até este mês! Sim, sim! Depois de tanto procurar em vão por aquele doce de que tanto gostava e até quase esquecê-lo, eis que entro em um restaurante e me deparo com ela! Sim, a MINHA torta querida e amada!
Depois de, literalmente, dar pulos de alegria, experimentei a incrível sensação de comê-la novamente! E fiz propaganda, contei minha história para amigos que estavam comigo, me deliciei sorrindo! E o sabor?! Ah... Naquele primeiro dia de reencontro, estava incrível... A torta estava diferente... Um pouco congelada, até. Confesso que não era exatamente como me lembrava, mas me deu imenso prazer!
Quando voltei ao restaurante, estava ela lá de novo! E, depois de almoçar, corri para pegar um pedaço e até descobri que toda segunda-feira essa torta chega fresquinha ao restaurante e que, mesmo que não esteja lá, posso perguntar por ela quando quiser e pedir para que seja servida! Fiquei contente!
Mas hoje, terceira vez que volto lá e tenho a chance de comer a torta, ouço minha amiga dizer: "Olha! Tem a torta de banana!" Paro e penso: "Ahnnn, hoje não tô a fim..." Mesmo assim, na hora da sobremesa, eu insisto, vou lá e pego um pedaço da torta! Mas o sabor, sei lá, já não é o mesmo... No meio do almoço, ainda chego a comentar com minha amiga: "Será que eu idealizei essa torta por todo esse tempo muito mais gostosa do que ela realmente é?"
E, então, olho para a torta no meu prato e penso: "Será que essa torta tá querendo me dizer alguma coisa?"
Inesquecível para mim a textura daquele chantilly com canela por cima do suave e geladinho doce de banana que cobria uma molhadinha e leve camada de pão de ló.
No entanto, apesar de saber até o nome da confeitaria que produzia aquela maravilha, nunca, NUNCA mais consegui encontrá-la... Nunca mais provei sabor igual àquele...
Isso até este mês! Sim, sim! Depois de tanto procurar em vão por aquele doce de que tanto gostava e até quase esquecê-lo, eis que entro em um restaurante e me deparo com ela! Sim, a MINHA torta querida e amada!
Depois de, literalmente, dar pulos de alegria, experimentei a incrível sensação de comê-la novamente! E fiz propaganda, contei minha história para amigos que estavam comigo, me deliciei sorrindo! E o sabor?! Ah... Naquele primeiro dia de reencontro, estava incrível... A torta estava diferente... Um pouco congelada, até. Confesso que não era exatamente como me lembrava, mas me deu imenso prazer!
Quando voltei ao restaurante, estava ela lá de novo! E, depois de almoçar, corri para pegar um pedaço e até descobri que toda segunda-feira essa torta chega fresquinha ao restaurante e que, mesmo que não esteja lá, posso perguntar por ela quando quiser e pedir para que seja servida! Fiquei contente!
Mas hoje, terceira vez que volto lá e tenho a chance de comer a torta, ouço minha amiga dizer: "Olha! Tem a torta de banana!" Paro e penso: "Ahnnn, hoje não tô a fim..." Mesmo assim, na hora da sobremesa, eu insisto, vou lá e pego um pedaço da torta! Mas o sabor, sei lá, já não é o mesmo... No meio do almoço, ainda chego a comentar com minha amiga: "Será que eu idealizei essa torta por todo esse tempo muito mais gostosa do que ela realmente é?"
E, então, olho para a torta no meu prato e penso: "Será que essa torta tá querendo me dizer alguma coisa?"
Um comentário:
eu necessitava dizer que eu sou a amiga que é citada neste texto! djsaiodhsiuada
Iriri, eu amo tanto você!
até março *lágrimas*
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