quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Uma publicação IRIRI! ^__~

Pela primeira vez, tenho a imensa honra de publicar no meu tão amado blog o texto de uma amiga. Ela também tem um blog e escreve lá de vez em quando... Assim como eu, escreve seus desabafos... Mas este texto... Ah! Este texto! Como nenhum outro que ela escreveu, me tocou e emocionou demais! Por isso, pedi a ela autorização para publicá-lo aqui, pois ele tem que ser lido por todos!

Minha Juju amada com um sorriso bem bobão

Hoje eu estou com um sorriso bobo  
(por Juliana Moura)
 
Eu não queria ser abelha por causa do ferrão, muito menos ser flor, porque murcha. Nunca sonhei em ser estrela, porque de dia não teria brilho. Nem ser brigadeiro, que é quase unânime e enjoativo.

Eu queria mesmo era ser borracha pra poder apagar, ser piada pra fazer sorrir, ser foto pra registrar pra sempre.
...
Pensando bem... seria o máximo ser pássaro e poder voar; ser blush para corar as maçãs, ser força pra não deixar perder.
Eu quero (queria/quererei) tantas coisas. Mas, na verdade, penso que me bastaria apenas aceitar. Aceitar! Isso mesmo.

Aceitar que é lindo colher o pólen, que quem ama ou já amou suspira com flores, que é uma delícia olhar para o céu e contar as estrelas e que festa sem brigadeiro não tem a menor graça.

Eu aceito a condição de que viver é escrever sem borracha e que este é o grande presente que permite o crescimento atual. Eu aceito que odeio humor negro e que certas palavras são mais duradouras do que muitas imagens.

Pensando ainda mais, aceito que não sou pássaro, mas sonho com o meu ninho. E que estar apaixonada deixa a alma corada sem ajuda de maquiagem. Mesmo considerando que é preciso ter força, aceito que a fragilidade tem o seu charme.

Hoje eu estou com um sorriso bobo que apareceu depois de umas lágrimas doídas. Ando reinventando o meu conceito de viver. Tenho medo, e não nego! Mas esse friozinho na barriga vale mais do que muita montanha russa.

Hoje eu queria ser muitas coisas e, no meio do caminho, entendi que, na verdade, preciso aceitar tantas outras. 

Hoje a minha alma deu um estirão e eu estou me sentindo grandona, tipo adolescente desengonçada. E apesar das adversidades... hoje o meu sorriso bobo e eu só queremos viver!

In the heat of summer sunshine...

"Everyone's changing, I stay the same
I'm... a solo cello outside a chorus
I've got a secret
It's time for me to tell that you've been keeping me warm

To sweet beginnings and bitter endings
In coffee city, we borrowed heaven
Don't give it back, I've never felt so wanted
Are you taking me home?

You tell me you have to go...

In the heat of summer sunshine
I miss you like nobody else
In the heat of summer sunshine
I kiss you, and nobody needs to know"

The Corrs - Summer Sunshine

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Uma vez eu ouvi num filme...


I carry your heart with me (por E. E. Cummings)


I carry your heart with me (I carry it in
my heart) I am never without it (anywhere
I go you go, my dear; and whatever is done
by only me is your doing, my darling)
I fear
no fate (for you are my fate, my sweet) I want
no world (for beautiful you are my world, my true)
and it's you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you

Here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life; which grows
higher than the soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart

I carry your heart (I carry it in my heart)


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Hoje

Eu sou apenas uma menina. Eu não sei nada da vida ainda. Tenho a minha forma de interpretar as situações, mas sei que ainda sou muito crédula e ingênua. Acredito no singular e no especial. Em geral, tendo a acreditar na boa intenção e no bom coração das pessoas. Julgo as pessoas por mim... E sonho! Sonho muito.

Hoje, sou a menina que sonha com uma vida aventureira, que não pensa em ter filhos nem em se casar, que quer buscar independência e viver ajudando a quem precisa. Mas, ainda assim, sou só uma menina. Eu preciso de colo. E eu vou precisar parar um dia e deixar que alguém cuide de mim, alguém que se preocupe em realizar meus sonhos, em caminhar de mãos dadas.

Não há espaço para NUNCAS na vida. Mas ainda que estejamos dispostos a experimentar coisas novas, nossa alma nos impõe os limites da nossa natureza. Uma certa hora paramos para olhar para nós mesmos e estamos simplesmente cansados, com aquela pergunta em mente: quem sou EU? Onde EU estou?

Eu me conheço suficientemente para saber os meus limites. Não significa que não esteja disposta a ultrapassá-los, mas o preço a se pagar pode ser caro demais e tudo a minha volta BERRA que simplesmente não vale a pena.

Eu queria não acreditar que tudo o que acontece comigo é especial e diferente. Muito menos enxergar aquilo que quero enxergar. Enxergar A VERDADE, se é que existe uma única verdade.

Eu busco o não vulgar e espero não ser apenas mais uma aventura na vida de ninguém. Desejo ser a grande jornada da vida de quem quer que seja, um alguém que vai aparecer na hora certa. Ou “no lugar certo, perto da hora errada”.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Not anymore...

Um amigo-irmão-amor me disse há pouco tempo:

"You are always something else."

Anyway. I'm back.

Estou aqui só para GRITAR isso!

Em breve, novas postagens... ;)
Radha Krishna: a união da Alma com o Divino

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Still...



I see your face before me (Dietz/Schwartz)


In a world of glitter and glow
In a world of tinsel and show
The unreal from the real thing is hard to know
I discovered somebody who
Could be truly worthy and true
Yes, I met my ideal thing when I met you

I see your face before me
Crowding my every dream
There is your face before me
You are my only theme

It doesn't matter where you are
I can see how fair you are
I close my eyes and there you are
Always

If you could share the magic
Yes, if you could see me too
There would be nothing tragic
In all my dreams of you

Would that my love could haunt you so
Knowing I want you so
I can't erase your beautiful face before me


sexta-feira, 23 de julho de 2010

Arranca!



Arranca do meu peito esse sentimento!

Beijo outros lábios, mas eram os teus que eu queria beijar...

Não há mais graça em certas experiências.

A vida segue. Eu acho que amadureci, mas eu não sei! Cansei!

Cansei de tentar entender e luto para não me render.

Nada parece fazer sentido, nada se encaixa.

Não há com quem eu queira um futuro senão com as tuas mãos.

Hoje eu entendi! Entendi que a força de um beijo está no coração.

Então como pensar que não será bom?

"In spite of me", sou tua.

Nisso não há novidade, só a coragem da revelação.

Você já sabe quem é teu Céu.

Quero um dia poder ser teu Chão.


segunda-feira, 19 de julho de 2010

Talvez o mais importante

Hoje uma amiga veio me dizer:

“P...sique (prefiro manter a minha identidade protegida), andei lendo seu blog... E fiquei confusa... Afinal, o que aconteceu?”

Bem... Eu disse a ela (não exatamente com essas palavras, mas da forma como me veio à mente na hora):

Estou numa eterna descoberta de mim mesma. Eu mesma estou tentando me entender e entender as coisas que escrevo. Acontecer...?! Não aconteceu absolutamente nada!

Há pouco me dei conta de que essas “coisas que escrevo”, pelo menos as coisas mais impulsivas e passionais, já estão no nível da arte. Não digo isso de forma pretensiosa... Não! Digo isso pois eu mesma, após o momento da escrita, passado menos de um dia, ao ler o que escrevi, já não necessariamente me reconheço em minhas próprias palavras.

Não é que eu não esteja ali naquelas palavras... Não também! Eu estou em cada vírgula, em cada ideia, em cada emoção... Acontece que, com a mesma força com que estou toda ali, estou toda fora dali.

Não existe razão em minhas palavras... Não existe epifania. Nenhum dos inúmeros textos que escrevo representa, nem nunca representará, uma resposta às minhas próprias questões. Nenhum será um ponto final nem trará uma explicação de mim mesma.

Como escrever me traz alívio, em um momento de revolta e incoerência, colocar isso tudo no “papel” é muito rico, pois coisas grandes, ainda não nomeadas, podem sair dos grandes sentimentos, das grandes emoções.

Isso que estou escrevendo agora, por exemplo, já poderia ter sido escrito antes, no momento em que percebi essas minhas aparentes incoerências. Mas foi interessante ter a oportunidade de saber que essa sensação de incongruência foi passível de ser sentida por quem passa por tudo que eu já escrevi sobre meus próprios sentimentos.

Eu já me expus demais aqui. Saber, então, que minha escrita não é uma tradução literal dos meus sentimentos nem da minha verdade me faz sentir mais amadurecida, sim, mas acima de tudo mais protegida. Afinal, meus sentimentos são só meus e nada precisa fazer sentido.

O passado pertence unicamente ao passado e as coisas estão a cada segundo ficando para trás... E é por isso que eu escolho também esse momento para readmitir no blog um texto que eu havia tirado daqui por achar que ele nunca significou tanto quanto parece de verdade significar. Eu o leio e não me encontro nele. Mas há beleza no que há nele, mesmo uma beleza invertida, poética, iludida, efêmera.

O que digo agora não vale para tudo que escrevo ou já escrevi e, metalinguisticamente falando, vale para o que escrevo agora também (Nossa! Soou complexo, não?! Será que faz sentido?).

Enfim! Sem saber se faz sentido ou não, mas sabendo que isso não importa, encerro o mais didático dos textos, talvez o mais importante.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Panapaná

Metamorfose Ambulante

Composição e interpretação: Raul Seixas

Prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

Eu quero dizer
Agora, o oposto do que eu disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou

Se hoje eu sou estrela
Amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio
Amanhã lhe tenho amor

Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator

É chato chegar
A um objetivo num instante
Eu quero viver
Nessa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou

Se hoje eu sou estrela
Amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio
Amanhã lhe tenho amor

Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator

Eu vou lhe dizer
Aquilo tudo que eu lhe disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Extremos opostos

por Paula Assunção

Dois anos, quatro meses e dezenove dias. E eu, na falta de um nome melhor, chamando aquilo de paixão.
Entender a falta de sentido de tudo é tão fácil... É tão... Óbvio.
A mente age de modo objetivo. Principalmente a mente dos teimosos. Escolhe-se um alvo e pronto! E foi assim que aconteceu.
Até o dia em que reparei que isso não podia dar certo para mim. Não! Eu tinha que ser escolhida, e não escolher. Eu tinha que ser desejada, e não desejar. Para os passionais, escolher e desejar é tão fácil.
Não! Não digo que se saia por aí querendo qualquer um... Pelo contrário! É difícil até olhar para o lado. Olha-se sim, mas descompromissadamente, como muitos por aí. Agora, olhar de verdade, querer se entregar, não. Aí já entra o problema do apego. Talvez coisa do signo de touro.
Ninguém quer ser tábua de salvação. Ninguém idealiza para a vida ser massageador de ego, catador de migalhas, amigo “legalzinho” para as horas em que não há nada melhor para fazer.
Mais fácil do que jogar com a verdade e encarar as palavras retas e diretas no meio da cara é jogar com o que é oblíquo, indireto, dúbio. Quando não se tem absolutamente nada a perder, é mais fácil...
Por mais que certas coisas sejam óbvias, claras como a água, quando não existe a coragem de se lidar com elas de frente e a realidade está muito longe do aquilo que se consegue projetar, é mais fácil fingir que tudo é nada.
Juventude, inteligência, beleza, vontade e até amor. Ferramentas.
E é mais fácil escolher a ilusão: pura covardia. Essa atração só pode ser fruto dessa covardia, em que ninguém se mexe. Só se idealiza. E se teme, é claro. Afinal, como daria certo?
Hoje eu levei uma bofetada que dizia: é mais fácil amar o desconhecido, pois, na mente, ele é perfeito, enquanto o real tem falhas.
E ela veio de uma forma tão doce... Envolvida em sabedoria e compreensão.
Enfim, eu posso dizer que conheci o AMOR. Por mais que de forma passageira, foi o amor real que passou por aqui. Quero dizer que, mais do que de dentro para fora, de fora para dentro e vice-versa. O amor que inspira de mil maneiras, que move.
Que nunca havia me feito escrever, porque escrever é só ficção. Mas que tinha feito eu me mexer!
Isso é transcendental, raro e difícil de explicar.
E eu fui tola, imatura, infantil... Não soube apreender tal grandeza com facilidade, com não sei bem lidar com tudo até agora.
Tudo foi jogado para o alto por... NADA! Por pura ilusão... Por envolvimento nocivo, um visgo retardante...
Existe GRANDEZA aqui! Grandeza na simplicidade, o valor de um ser amante. Não é muito merecer a verdade. É o mínimo, o básico. Palavras são só palavras...Vazias e sem essência sem o suporte das atitudes. Eu estou bem agora, não haverá surtos... Só estou cansada e com certa pena de mim... Por minha tolice e minha ingenuidade diante da vida e de mim mesma.
O que quero dizer é que, durante todo o tempo, tinha toda a razão. Não há sentido, só a falta dele. E eu nunca senti tanta falta dele... Da sobriedade dele, das mãos dele, do olhar dele.
Mesmo eu não me achando merecedora, às vezes, isso só é mais uma tolice. Aconteceu por que tinha que acontecer. Para eu aprender... Ter parâmetros.
Se houvesse atitudes, se houvesse coragem, mas não há nada do outro lado, nada... Somente eu, parada, sonhando e esperando. Isso enquanto o óbvio, o vivo, o louco, mas INCRÍVEL está do meu lado, mesmo longe... Do meu lado estão franqueza, atitude, certeza, fortaleza, coragem... E eu buscando os extremos opostos.
Três meses e vinte e dois dias. E eu conheci o amor... E sinto falta dele.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A metáfora da torta de banana


Um dia, eu provei uma manjar dos deuses. Bastou uma única garfada para eu nunca mais conseguir esquecer o maravilhoso sabor daquela torta de banana.

Inesquecível para mim a textura daquele chantilly com canela por cima do suave e geladinho doce de banana que cobria uma molhadinha e leve camada de pão de ló.

No entanto, apesar de saber até o nome da confeitaria que produzia aquela maravilha, nunca, NUNCA mais consegui encontrá-la... Nunca mais provei sabor igual àquele...

Isso até este mês! Sim, sim! Depois de tanto procurar em vão por aquele doce de que tanto gostava e até quase esquecê-lo, eis que entro em um restaurante e me deparo com ela! Sim, a MINHA torta querida e amada!

Depois de, literalmente, dar pulos de alegria, experimentei a incrível sensação de comê-la novamente! E fiz propaganda, contei minha história para amigos que estavam comigo, me deliciei sorrindo! E o sabor?! Ah... Naquele primeiro dia de reencontro, estava incrível... A torta estava diferente... Um pouco congelada, até. Confesso que não era exatamente como me lembrava, mas me deu imenso prazer!

Quando voltei ao restaurante, estava ela lá de novo! E, depois de almoçar, corri para pegar um pedaço e até descobri que toda segunda-feira essa torta chega fresquinha ao restaurante e que, mesmo que não esteja lá, posso perguntar por ela quando quiser e pedir para que seja servida! Fiquei contente!

Mas hoje, terceira vez que volto lá e tenho a chance de comer a torta, ouço minha amiga dizer: "Olha! Tem a torta de banana!" Paro e penso: "Ahnnn, hoje não tô a fim..." Mesmo assim, na hora da sobremesa, eu insisto, vou lá e pego um pedaço da torta! Mas o sabor, sei lá, já não é o mesmo... No meio do almoço, ainda chego a comentar com minha amiga: "Será que eu idealizei essa torta por todo esse tempo muito mais gostosa do que ela realmente é?"

E, então, olho para a torta no meu prato e penso: "Será que essa torta tá querendo me dizer alguma coisa?"

segunda-feira, 28 de junho de 2010

A Inspiração do meu AGORA


A Felicidade não é uma luz no fim do túnel. Ela simplesmente é. Acordar é felicidade. Respirar é felicidade.
Fé... Fé é a certeza de que tudo está certo da forma como está, mesmo quando é difícil de enxergar.
Deus... Não é um homenzinho com uma looonga barba branca sentado em um trono em um lugar que alguém resolveu chamar de Paraíso. Deus é muito mais e é muito menos. Não é preciso pensar em explicações filosóficas ou metafísicas para entender Deus. Acordar é Deus. Respirar é Deus. Você é Deus... E eu sou também! Deus é uma contradição. É tudo o que há de MAIOR e MAIS GRANDIOSO, porque é tudo, de fato... Mas é tudo o que há de menor, pois está nas menores coisas. No sorriso de um “estranho” que transforma o seu dia, no vento que balança as árvores, na sua música preferida, na caminhada para o trabalho ou na volta para casa, no ontem, no dia seguinte, mas, PRINCIPALMENTE e o mais importante, no AGORA, sempre. Na borboleta cor de abóbora que acabou de pousar na minha varanda...
Paz de espírito é saber de tudo isso e acreditar que não há nada maior para buscar. Só há o diferente, o novo, mas não necessariamente nada que seja mais ou menos do que tudo que já é.
Não é necessário encontrar uma explicação, uma resposta. Mais importante é ter a humildade para aceitar que não estamos prontos para termos todas as respostas agora e, assim, isso também é confiar, é acreditar, é Deus, é Paz, é Felicidade... E fica fácil de ver como uma coisa leva a outra!
O que é Deus para mim... Pode nem ser o que é Deus para você! Mas quem disse que isso é importante? Parece tolo, mas as coisas não são a não ser que sejam... Aqui dentro e em lugar nenhum mais. O que está ao nosso redor depende única e exclusivamente do que está dentro de nós, pois tudo depende de como estamos dispostos a interpretar a vida e os sinais que ela nos dá a cada momento.
Se estamos abertos a recebê-los, fica muito fácil de ver como tudo se encaixa e faz sentido, e geralmente isso acontece nas coisas mínimas para as quais nem damos bola... Mas é aí que reside a perfeição de tudo! Só buscando muito equilíbrio e a libertação dos olhos do comum é que conseguimos ver e, mais do que isso, acreditar naquilo que está bem diante dos olhos, claro como a água!
Não sei, sinceramente, se as coisas dão certo porque acredito nisso ou se acredito nisso porque as coisas dão certo... Mas não saber me faz só acreditar mais e mais em um ciclo perfeito de equilíbrio. Equilíbrio que traz imensa força... Força que traz poder. Poder que traz tranquilidade. Tranquilidade por, mesmo que por um momento, o AGORA, estar imersa em toda essa paz e todas essas certezas, por estar livre das paixões e ilusões, pela sensação de Paz... Ahhh!
O sol está brilhando lá fora, mas, antes disso, aqui dentro. Por que às vezes temos tanto medo de deixar esse sol brilhar se fomos feitos para... SER? Só SER!

por Paula Assunção

quarta-feira, 23 de junho de 2010

One Day (Matisyahu ft. Akon )


See everybody that's existing
Got a mind of their own
we´re all kings and queens
with a throne of our own
Tryin to raise a family
in another big home
We got to learn to stick together
Hate to be here alone
Cause the world is a place
That will eat you alive in one day
Said the world is a place
That you can't survive without faith

Sometimes in my tears I drown
but I never let it get me down
So when negativity surrounds
I know some day it´ll all turn around because

All my life I've been waiting for
I´ve been praying for
For the people to say
That we don´t wanna fight no more
They'll be no more wars
And our children will play
One day

It´s not about win or lose
We all lose when they feed on the souls of the
innocent blood drenched pavement
Keep on moving though the waters stay raging
In this maze you can lose your way (your way)
It might drive you crazy
But don´t let it faze you no way (no way)

Gotta hold on
Livin life day by day
Gotta hold on
Put your focus on that one day

One day this all will change
Treat people the same
Stop with the violence
Down with the hate
One day we'll all be free
and proud to be
under the same sun
singing songs of freedom like

Wavin' Flag (K'naan)

When I get older, I will be stronger
They'll call me freedom, just like a wavin' flag

When I get older, I will be stronger
They'll call me freedom, just like a wavin' flag
And then it goes back
And then it goes back
And then it goes back

Born to a throne, stronger then Rome
A violent prone, poor people zone
But it's my home, all I have known
Where I got grown, streets we would roam
Out of the darkness, I came the farthest
Among the hardest survivors
Learn from these streets, it can be bleak
Except no defeat, surrender, retreat
So we strugglin', fightin' to eat
And we wonderin', when we'll be free
So we patiently wait for that fateful day
It's not far away, but for now we say...

So many wars, settlin' scores
Bringin' us promises, leavin' us poor
I heard 'em say, love is the way
Love is the answer, that's what they say
But look how they treat us
Make us believers, we fight their battles
Then they deceive us
Tried to control us, they couldn't hold us
Cuz we just moved forward like Buffalo Soldiers
But we strugglin', fightin' to eat
And we wonderin', when we'll be free
So we patiently wait for that fateful day
It's not far away, but for now we say...

And everybody will be singing it
And you and I will be singing it
And we all will be singing it

When I get older; when I get older
I will be stronger, just like a wavin' flag
Just like a wavin' flag, just like a wavin' flag
Flag, flag, just like a wavin' flag