sábado, 17 de maio de 2008

Truly, madly, deeply...and, suddenly, PUF!


Nas férias do início deste ano aconteceu comigo a coisa mais inusitada... Eu me apaixonei por um desconhecido!

Actually, the best word to define the way I felt is INFATUATED!!!

Aprendi essa palavra nesta semana, na aula de Literatura Norte-americana. Infatuation, segundo o dicionário Michaelis Online (Viu, Andréa, ele não é tão ruim assim, né?! rs), é um substantivo que significa obsessão, paixão passageira.

Vivendo “this infatuation” eu também vivi uma das melhores épocas da minha vida nos últimos tempos, uma época de brincadeira, de fantasia, de expectativa, de passeios infinitos, tardes de ócio, noites culturais, novas amizades, livros (muitos livros!!! rs), o crescimento de uma amizade verdadeira (entre sorrisos, lágrimas, brigas, saudade...) e mais um milhão de situações, novidades, presentes celestes que me fizeram muuuuito feliz! (E ainda fazem, pois as memórias do coração não deixam nada disso se apagar...)

Bem, comecei a falar de tudo isso, pois, procurando algo <<interessante>> que eu já tivesse escrito (Eu sei, eu sei! Esse negócio de interessante depende do ponto de vista! Espero que vocês concordem...) para postar no blog, achei uma das minhas “cartas” que surgem de repente dentro de mim e esta se destinava a ele, Hugo Alexandre... (Brega, não?!) “Para preservar a imagem do único personagem desta história, seu verdadeiro nome foi substituído por um nome fictício.” Essa coisa de Hugo Alexandre, na verdade, foi inventada na época em que se desenrolou a história ...O mais engraçado é que, mais tarde, eu descobri que o nome dele tem a mesma origem e, portanto, exatamente o mesmo significado deste cognome....Vai entender!

O texto:


Eu devia estar escrevendo um projeto agora... E, no entanto, eu resolvi começar a escrever um livro. Um livro pra você (eu sei que, de acordo com a norma culta da Língua Portuguesa, a forma correta é para, mas tudo o que eu vou escrever aqui tem que soar mais como uma conversa, um desabafo, um descrição de parte de mim).

Eu desejei tanto poder fugir, de alguma forma, daquilo que eu acho que sinto por você que, agora que eu sei que em pouquíssimo tempo eu não vou mais poder te ver, eu sinto um vácuo (que excesso de quês!).

Na verdade, eu estou feliz. Feliz com a perspectiva de mudança, de início de uma fase nova na minha vida, apesar de saber que essa nova fase pode ser muito difícil. Não consegui, ainda, ficar triste, mesmo sabendo que não terei mais a liberdade de ir até você quando desejar te observar de longe, sentada no mármore frio. Você nunca foi algo concreto para mim e, no momento em que pensei que você iria começar a se concretizar, você não me responde mais e tudo que eu tinha, mesmo sendo tão pouco, começa a desaparecer como fumaça. Talvez seja isso que vá fazer justamente com que eu comece a enxergar a vida diante dos meus olhos, porque ultimamente eu tenho me achado consideravelmente cega para certas coisas da vida. Continuo trabalhando, estudando, passeando, mas me incomoda, de certa forma, o tempo que eu invisto pensando em você. Ainda mais sabendo que o máximo que eu tenho de retorno é um cumprimento, um aceno.

Cansei de me achar incoerente pelos meus sentimentos, porque a viada...(há há há há há há!!! Ato falho!) A VIDA! Foi o que eu quis dizer... A vida acontece em um segundo. Foi o tempo suficiente para meus olhos cruzarem com os seus, o suficiente pra você ficar preso aqui.

Há muito tempo atrás, eu sonhei com um show da Alanis... Será que isso tem a ver com você? Estou baixando a discografia completa dela agora.

Todo final de semana eu passo na sua rua. Só de respirar o mesmo ar que você respira, eu me sinto bem. Tão bem... Me pergunto sempre se você admira toda a beleza do lugar em que você mora: se caminha por lá, se admira a paisagem, se você teria uma reação engraçada ao me encontrar pulando naquele pula-pula da pracinha.

Quando eu começar a pensar, vai me dar uma tristeza tão grande... É como se eu não a sentisse, mas, ao mesmo tempo, soubesse que ela está aqui aguardando pra me pegar desprevenida em um momento de fragilidade para me invadir por completo.


E, assim, sem conclusão, eu parei! Exatamente como esse “amor platônico”, essa infatuation... PUF! And life goes on...Warm and beautiful as always.

*Quem conta um conto aumenta um ponto! ...hahahahahahaha E meu segredo ainda tá aqui dentro, muito bem guardado! ^__~*

2 comentários:

Anônimo disse...

o crescimento de uma amizade verdadeira (entre sorrisos, lágrimas, brigas, saudade...) e mais um milhão de situações, novidades, presentes celestes que me fizeram muuuuito feliz! (E ainda fazem, pois as memórias do coração não deixam nada disso se apagar...)

=)
diogo

Veronica Mars disse...

Aaahh,q fofa essa carta!vou relevar o começo nerd dela,hahahahahah

Ah,e alanis é mt legal, especialmente Jagged a little pill e Supposed former infactuation junkie(os albuns)

bjs